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  • Ana Paula Guerra

E quando um vilão de Darth Vader está por perto?

Quem já não teve que conviver com pessoas insensíveis, grossas, agressivas, sarcásticas, intransigentes e quantos outros adjetivos próprios daqueles indivíduos que parecem almas-gêmeas do próprio capiroto? Esses são os Stormtroopers do seu trabalho.


Só pra lembrar, um bom vilão não precisa ser profissionalmente superior. Para assumir esse cargo, basta saber manipular a vítima. E conviver com um deles pode ser a sentença de uma prisão “perpétua” enquanto durar essa convivência. E aí, se identificou?


Alguns vilões influenciam abertamente mesmo, com torturas psicológicas, chantagens, entre outros métodos provenientes do terror mental. Essas são técnicas mais aplicadas ao cinema, quando os atores assumem o lado psicótico dos seus papéis maldosos.


Mas os vilões citados aqui não cumprem um papel teatral; são pessoas frias — congelantes de verdade, sem a necessidade de interpretar personagens.


A arte de puxar o tapete

Tirar o chão de um amigo é, talvez, o primeiro nível na escola dos vilões. As novelas — e a vida real — estão cheias deles, com suas tramoias de falta de ética, egoísmo e prazer em humilhações ao próximo (especialmente por parte dos líderes) de preferência, em público, para produzir aquele som da plateia gritando: “Enforca! Enforca”!


Puxar o tapete de alguém deve surtir um efeito de endorfina nos vilões que, infelizmente, ocupam parte dos altos cargos de companhias de expressividade no Brasil. Isso acontece porque não há preparação correta através de instrução, cultura, e até mesmo, boa vontade (leia-se boa índole).


Todo vilão nasce surdo

Um dos maiores defeitos desse tipo de pessoa é não ter capacidade para ouvir. As sequelas são as mesmas da surdez física: os sons são impedidos de chegar ao cérebro, que consequentemente, não reconhece e não identifica a mensagem. Nesse caso, as únicas palavras que o vilão consegue ouvir vêm do próprio ego.


A Era Jedi

Como reconheceríamos um líder de verdade se não fossem os vilões? Habilidades de comunicação, empatia, companheirismo e uma série de outras características seriam “normais” no cotidiano profissional?


A resposta é SIM. Além do comprometimento no trabalho, tratar os colaboradores

e amigos com gentileza e solicitude é o mínimo do que se pode chamar de profissionalismo.


É notório que a evolução global traz mudanças positivas na forma de liderar e conviver com as pessoas nos ambientes de trabalho. Sejam eles físicos ou remotos. "Oremos"!


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