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  • Ana Paula Guerra

Coco Chanel se manifesta todos os dias

Nada de conversa de espiritismo, mas você vê Coco Chanel diariamente e raramente percebe a presença dela. Saiba o porquê:


Nascida em agosto de 1883, Gabrielle Chanel, filha de uma lavadeira e de um vendedor de roupas, perdeu a mãe aos 12 anos para a Tuberculose, quando seu pai a internou num colégio católico, no qual permaneceu até os 18 anos. Saiu do colégio para morar numa pensão destinada a jovens religiosas.


No colégio, reencontrou-se com uma tia materna e ambas começaram a lidar com costura, Conseguiram trabalho em um famoso ateliê de Moulins (comuna francesa na região administrativa de Auvérnia-Ródano-Alpes, no departamento Allier) e se tornaram financeiramente independentes.

Coco Chanel era apelido de cantora

Chanel também era cantora, e se apresentava constantemente em um luxuoso café-concerto que tinha um público composto por jovens oficiais da cavalaria de Moulins. Seu apelido, “Coco”, surgiu por causa de uma canção que ela interpretava — "Qui qu'a vu Coco dans l'Trocadéro".

A cantora e futura estilista de renome começou a frequentar outros ambientes de alta classe, onde conheceu Arthur Capel — grande amor da sua vida, porém, casado.

O romance durou 10 anos.

Nesse ambiente suntuoso, Chanel abriu sua primeira loja de chapéus, tornou-se um sucesso e logo começou a aparecer nas grandes revistas de moda de Paris, vestindo as maiores atrizes da Holywood Golden Age.


O inesquecível cordão de pérolas

Foi Chanel quem lançou as mais finas bijuterias nas tendências da moda que perduram até hoje, em colares de muitas voltas, ostentados, inclusive, na parte das costas das

mulheres.





Extremamente criativa e feminista até o final

"A moda passa. O estilo permanece". Uma das mais famosas frases da imortal estilista está presente até hoje, como se vê nas blusas acinturadas, nos vestidos cruzados estilo “envelope”, saias lápis, blazers, golas aparentes, pretinhos básicos, blusas de tecido fino, tailleurs, tecidos xadrezes, calças bocas-de-sino, sapatos de bico fino, perfumes e tantas outras peças criadas por ela e que estão presentes em nosso dia a dia.


Chanel não se casou e optou por não ter filhos. Era feminista e independente. Faleceu em 1971, vítima de um infarto, aos 87 anos.




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